Fenómeno universal

Cristo ensinou, antes de mais nada, a mais completa naturalidade, isto é, adaptar-se às leis da natureza, por conseguinte, da Criação. Só pode adaptar-se aquele que conhece tais leis.



De cada cristão é sabido que o Filho de Deus veio explicitamente em missão espiritual e que todas as suas palavras se referiam ao reino espiritual, isto é, diziam respeito ao espiritual. Por conseguinte também não se deve de antemão entender de modo diferente a sua repetida indicação ao Filho do Homem! Porque deve haver aqui uma exceção? Espiritualmente, porém, Cristo foi e sempre permaneceu somente o Filho de Deus!

Quando falava do Filho do Homem, por conseguinte, não podia se referir a si mesmo. Há em tudo isso algo muito mais grandioso do que transmitem as atuais interpretações das religiões cristãs. A contradição declarada já devia desde muito ter estimulado meditações mais sérias, se as restrições dogmáticas não obscurecessem tudo. Ao invés disso agarraram-se com toda a força às palavras transmitidas, sem a mais séria análise, absolutamente indispensável em assuntos tão incisivos e colocaram desse modo antolhos, impedindo a visão livre.


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